Jerome Vonk

Olímpiadas Rio 2016

out
31

Após os ataques terroristas simultâneos ocorridos em Londres, Liverpool e Leeds (the triple L doomsday) no final de setembro deste ano, ficou acertado entre os países-sede dos futuros jogos que os eventos serão meramente esportivos.

Afora os atletas, estarão presentes nos estádios e ginásios apenas o pessoal técnico (juízes, cronometristas, auxiliares), o de apoio (médicos e enfermeiros, intérpretes, recepcionistas e motoristas) e as forças de segurança (exército, agências governamentais e força policial).

O evento será todo retransmitido por uma equipe “branca”, ou seja, por um time de profissionais contratados para cobrir a totalidade das competições de forma digital, em vídeo, aúdio e feel-A-like (o recém-lançado sistema de propagação digital de sentidos olfáticos, glandulares, musculares e tácteis).

Cada empresa de mídia (TVs abertas e a cabo, jornais, rádios, portais de internet etc.) alocará seus respectivos narradores, comentaristas e demais profissionais em suas próprias sedes, e todos utilizarão a fonte única de streaming gerada pelo Comitê Digital Olímpico.

Eventuais exceções e ocorrências não previstas serão analisadas e resolvidas real time pela Diretoria Transnacional das Marcas Altamente Interessadas, composta por um representante de cada empresa patrocinadora (a empresária proprietária da internet – o Google, o consórcio eletrônico Apple/Samsung,  o conglomerado etílico Ambev/Imbev/Worldbev, a federação global da indústria farmacêutica, o fabricante de automóveis VW Ford/Honda Jac Inc e a ONG – Associação Mundial de Narcotráfico Sócio-recreativo).

Aos governos locais dos países-sede será liberada a presença de um delegado, sem direito à opinião nem voto. O mesmo vale para o secretários-geral da ONU, UNESCO e demais instituições decorativas.

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